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Como vão descalçar a bota?

Uma secção do (Im)pertinências onde serão recolhidos para memória futura os juízos laudatórios do desempenho do zingarelho inventado por Ant...

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Jornalismo de causas

Nas palavras iluminadas do jornalista e escritor Armando Baptista-Bastos, o jornalismo de causas é «sobretudo o porta-voz daqueles que não têm voz». É o jornalismo em que «não há factos. Os factos correspondem à visão do mediador, do repórter». É o «jornalismo de indignação», que não é «indolor e incolor» e de revolta contra os que «querem é capar-nos». Para o jornalismo de causas as verdades são todas relativas. E, como no futebol, segundo a definição genial dum condottieri da bola cujo nome não me ocorre agora, no jornalismo de causas o que é hoje verdade pode ser mentira amanhã, e vice-versa.

Justiça de causas

É a justiça praticada por alguém «who understands that justice isn’t about some abstract legal theory or footnote in a casebook. It is also about how our laws affect the daily realities of people’s lives» (Obama says) e que, portanto, não é alguém que «who is dedicated to the rule of law, who honours our constitutional traditions… and the appropriate limits of the judicial role» (Obama says).