ÚLTIMA ENTRADA

Como vão descalçar a bota?

Uma secção do (Im)pertinências onde serão recolhidos para memória futura os juízos laudatórios do desempenho do zingarelho inventado por Ant...

B

Bastonada (Corporatês)

Uma desastrada asneira, um sound bite ou uma boutade dita por um bastonário. Por exemplo, o bastonário dos advogados, O senhor procurador-geral tem de pôr termo a isto, ou então alguém tem de pôr termo ao procurador. É tão simples como isto.

Biblicamente estúpido

Diz-se de comentários a um «acto de inteligência e coragem» que quem os faz julga diabolicamente inteligentes mas, em boa verdade, são bisonhamente estúpidos, «envergonham um morto» e mostram «a má-fé e a obnubilação da esquerda», usando as palavras de Vasco Pulido Valente.

Por exemplo, comentários a «se algum dia tiver de perder umas eleições em Portugal para salvar o país, como se diz, que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal», dito por Pedro Passos Coelho no jantar do grupo parlamentar do PSD, tais como os aqui citados

Blogaridades

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Onde se tratam dos assuntos da Bloguilha, de trivialidades a coisas mais sérias. Aqui se pode, ocasionalmente, produzir alguma má-língua para apimentar os blogueiros.

Bloguenauta

Um membro da Bloguilha, isto é uma alma penada que escreve tretas ... (ver Bloguilha), com a particularidade de navegar compulsivamente, em todas as épocas do ano, inclusive durante o Natal, ou natal (aquela porcaria do costume em dose ainda mais intensa, A Praia dixit).

Bloguilha

A comunidade blogueira da paróquia PT, composta por uns milhares de almas penadas que escrevem tretas e as lêem entre si, e dão a ler a mais umas quantas outras almas, que ainda não tiveram tempo para construir um blogue ou são demasiado preguiçosas para o fazer.

Breiquingue Niuz

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Onde o Impertinências trata na primeira oportunidade os assuntos que já saíram das primeiras páginas dos jornais faz um tempo. A primeira oportunidade para um gajo que seja rico, desempregado, estudante, professor com horário zero, funcionário do ministério da agricultura é uma coisa. A primeira oportunidade para um gajo que é um profissional liberal semi-aposentado é outra. Os clientes que ocupam a parte que não está no semi só pagam contra output. Se há circo, há dinheiro. Senão, não.